Queimada de sangue
Corpos flutuam
Noites se aquecem
Meio a escuridão
Turbilhões de almas fervem
Uma única luz no fim do túnel
Uma única verdade desaparecida
No meio desta névoa
Olhos não mais enxergam
Seguir o instinto
Guiar-se pelo indefinido
Contar os passos
Os pássaros cantam
Pedindo socorro
Leopardos encantam
Adormecido esta o corvo
As margens se encontram
A canção da noite se inicia
Distinta pelos cantos de alegria
Que embebem o sangue das árvores
Plantas agonizam a dor
Suplicando em cada cinza
Uma nova chance
Um novo recomeço
Como não pode haver apreço
No coração do homem
O inanimado também suplica
Mesmo que por onde andem
A culpa é assumida
Jogados em esmeralda incandescente
A esperança da lugar a guerra
Prostrados mas ainda consciente
Ao luto a pura terra
Desmancha mas uma vez apodrecida
Aos olhos do homem Sem
vida
Proteger seus filhos
Lançados ao fogo mesmo inocentes
A angustia escorre em lagrimas
Suplicas mas uma vez
retornam
Verse perdido em mãos
do inimigo
Refletido na água que
um dia devastaram sua cede
O terror em manada
Não mais se acaba
O cerrado imerso em
longas horas
Como os sentimentos
que se apoderam da alma
A lua da lugar ao sol
As sombras frias, o
puro ar
Substituídos pela neblina
negra
Que em meio a imensidão
perpetua o fim da esperança
Criaturas inocentes
veem-se perdidas
Crime de pura
crueldade esmagando a vida
De seres agora
guardados na lembrança
Como pode estes a te
mesmo devastar
Como pode estes sua
fauna PREJUDICAR
Como pode estes sua flora
esbrasear
Como pode estes
servirem a ganância
Como pode estes
esquecidos desta herança
Trazer a si o próprio eminente fim
Anjos de clemência eis
que surgem
Lutam em frente aos
destruidores
Devotos unidos a
corrente
Em consciência da
verdade reagir
A riqueza em beleza
Não se pode extinguir
Lutando como que por
sua vida
Seres de coração puro
De mente dócil e
amável
Sem erros perpetuam
Um fim inacreditável
Junte-se todos a estes
seres
Se restasse ao menos
uma flor
ao fundo desta fenda
sem amor
depois do ato
reflorestar
Deixar de lado a
verdade
As vidas carbonizadas
nada valem?
Beleza de tua terra ,
vidas de teu lar
Já basta tanta dor
Basta a vir precatar
Com força proteger
Aquele que vida nos
entrega
Que não se deixe
desvanecer
Princesa Dark - Jennifer Esther

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